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Através do Percurso das Papas

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A caminhada de Março fez-se por terras de Cabeceiras de Basto, mais concretamente pelas aldeias de Samão e Uz, em circuito circular.papas1

Aldeias muito bonitas pelos seus campos e planaltos verdes, cheios de urze e carqueja, os quais ficaram “desfavorecidos” pela muita chuva, vento e nevoeiro, não se podendo apreciar a paisagem.

 

Pela abundância da carqueja existente nos campos, até houve quem fizesse questão de fazer o percurso de “ramo” na mão, para no final levar para casa.

Os caminhos foram percorridos de olhos bem abertos, pois encontravam-se cheios de dejectos de animais.papas2

Ao meio-dia, a chuva deu tréguas e, resolveu-se fazer um pequeno lanche, que de repente, se transformou no almoço. Aconteceu na aldeia de Uz, no largo da igreja, sentados na escadaria do cruzeiro. O lugar até era agradável, mas a chuva e o frio, não nos largaram por muito tempo, pelo que se tornou um almoço bastante rápido. Até o chocolate de “praxe” teve que ser distribuído com alguma chuva pelo meio!

Após o almoço, ainda tentamos arranjar um cafezinho, para que alguns de nós pudessem tomar o seu “café e um bagaço”, como diria a canção.

Depois de percorrermos alguns quilómetros, parecia que o S. Pedro ia ser nosso amigo e fez com que o Sol aparecesse, podendo até se ver o arco-íris, mas a esperança durou pouco. Bastava falar na palavra “Sol” ou até mesmo tirar a capa da chuva e ela vinha logo ter connosco.

Para terminar este pequeno texto, apenas quero acrescentar que, esta caminhada terá que ser feita novamente, mas em Janeiro, para podermos ir à Festa das Papas, tradição e ritual das aldeias de Gondiães e Samão.

Cristina Magalhães

 

 

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