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Passeio pelo Porto histórico

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Mais uma actividade, desta vez pelas ruas da zona histórica do Porto.
Eram 09h15 do dia 8 de Novembro de 2009 e no Terreiro da Sé não se via viva alma, quando as pessoas começaram a chegar. A chuva miudinha e a neblina, faziam com que reinasse um certo misticismo.

 

Todos preparados, guarda-chuva na mão e eis que o Professor de História Daniel Afonso começa a nossa lição viva de história do Porto.
Não foi uma simples visita, mas sim uma viagem pelo tempo em que  retrocedemos à época medieval não passando despercebido as melhorias feitas à posteriori.

Infelizmente chovia...
Começamos pela Sé do Porto, onde tivemos uma pequena lição de história sobre o burgo Portus, tendo de imediato seguido para a Igreja de Santa Clara, um magnifico exemplo da época., embora já tenha sofrido várias melhorias ao longo dos tempos-as alterações mais visíveis foram feitas na Sé e não em Santa Clara.


Logo de seguida uma visita às Muralhas Fernandinas, de onde se tem uma vista magnifica sobre o rio Douro e a zona ribeirinha de Gaia e Porto.
De regresso ao Terreiro da Sé passamos pelo Beco dos Redomoinhos, onde se situa a casa mais antiga do Porto e ainda hoje habitada por um arquitecto.
E a chuva teimava em acompanhar-nos, pelo que nos soube muito bem quando o Professor anunciou que poderíamos tomar um cafezito, antes de começarmos a descer as ruas “das profissões” – Mercadores, Bainharia, etc.


Já refeitos e mais acalentados pelo bom café, lá descemos pelo Largo de Pena Ventosa até à Igreja de São Lourenço, conhecida por Igreja dos Grilos. Mais um recuo no tempo até a Almeida Garrett e um pouco de história desta bela igreja ,que inserida no colégio de S.Lourenço teve um papel muito importante não só na vida da cidade, mas também na área da literatura. Foi aqui nesta igreja que Almeida Garrett escreveu o seu livro “O Arco de Sant’ Ana”. Daqui seguimos, como não podia deixar de ser, pela rua de Sant’ Ana, rua da Bainharia até que fomos ter à rua dos Mercadores, que na época era zona livre de impostos, razão pela qual a nobreza só se podia aí hospedar por um tempo máximo de três noites.

 

 


Continuando a nossa viagem pelo tempo, e descendo a rua dos Mercadores chegamos à Praça da Ribeira, donde nos dirigimos para o Postigo de Carvão. È o único que resta de um conjunto que antigamente existia no Muro dos Bacalhoeiros e que servia para os barcos atracarem e descarregarem as mercadorias.


E estava a acabar este passeio histórico, quando a chuva se começou a despedir de nós.

 

Veja as fotos aqui !

 

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