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Etapa Zero, Porquê ?

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Antes de mais, gostaria de fazer uma pequena introdução:Concha
Quando surgiu este desafio, pensei imediatamente no CAMINHO CENTRAL. Esse, com saída da SÉ DO PORTO, passar por S. MAMEDE DE INFESTA, MAIA, VAIRÃO, VILARINHO, ETC até S. PEDRO DE RATES. Seria assim a 1ª ETAPA com cerca de 37 Kms. Segue para TAMEL, com passagem por BARCELOS...
Mas pensei também que faz sentido o "nosso caminho" começar junto às instalações do CCD / APDL.

Proposta feita e aceite, assim vai ser.

A etapa 1 será a próxima, com início na APDL e final em Vila do Conde. Daí, partiremos na etapa 2 em direção a S. Pedro de Rates, onde vamos encontrar o caminho central que nos levará até Santiago.
Mas é tradição começar na Sé do Porto, com todo o significado e peso histórico que conhecemos. Assim, tentando conciliar as duas ideias, fizemos no passado dia 03 a ligação da Sé do Porto à APDL, a que chamei etapa zero.

APDL, 08.00h de 03.06.2017

Mais minuto, menos minuto, todos os participantes estavam presentes.
Também o senhor presidente do CCD / APDL fez questão de comparecer para nos dirigir umas palavras de boas-vindas e incentivo, a que juntou um kit de identificação (t-shirt e boné) com que cada um de nós pousou para a fotografia que marcou o início da atividade.

Partimos de autocarro para a Sé do Porto, onde se cumpriu a tradição de fazer a fotografia ao grupo, agora sim para começar a caminhar.
Logo ali salta à vista a seta amarela que indica a direção a seguir. Esta tem a companhia da seta azul, que aponta a direção oposta, para quem quiser seguir para o Santuário de Fátima.
Descemos ao largo de S. Domingos e subimos aos Clérigos para o primeiro carimbo na "credencial do peregrino" e respetivo cafézinho. Descemos novamente para seguirmos pela marginal. No ouro, nova paragem, novo carimbo e novo "cafézinho". Pelo caminho, várias fotos da paisagem e dos caminheiros. Seguimos até ao jardim do passeio alegre, onde fomos alertados por uma companheira para a particularidade do bloco sanitário. Nova paragem, desta vez sem carimbo e sem café. Fomos descobrir (quem ainda não conhecia...) um edifício muito bem conservado equipado e decorado com louças e azulejos "arte nova". Vale bem a visita.

Retomamos a caminhada, para sermos brindados com uma nortada, como não havia memória... tive pena dos carecas...
Paisagem sempre bela mas nem sempre valorizada. A Foz com as suas esplanadas a convidar ao almoço, o Castelo do Queijo a receber turistas, o edifício transparente a admirar os surfistas que aproveitavam as ondas, a anémona que ondulava ao vento cheia de vida...

Então, com o final da etapa à vista surgiu a vontade de uma última paragem. Esta seria também para carimbar a credencial, mas o café daria lugar a algo mais aconchegante... barracas do senhor de Matosinhos ou  A Badalhoca? Escolhemos a segunda opção. Acho que ninguém ficou arrependido... sandes de presunto, de leitão ou de omeleta, sopa ou papas de sarrabulho, espadal, cerveja ou até água, não foi difícil a cada um de nós encontrar algo que agradasse...

Depois, foi só digerir o almoço a passo lento até ao parque da APDL.

Venha a próxima.

Até lá, um abraço
Vítor Barbosa